segunda-feira, 11 de junho de 2012

O dia que todos amam odiar


Foto de Wiertz Sébastien

É batata! 12 de junho começa a se aproximar e os posts no Facebook e Twitter começam a pipocar. Quem tá namorando, ama a troca de presentes e celebração ao amor. Quem tá solteiro se sente pressionado pela sociedade. Já descobriu do que estamos falando? É o Dia dos Namorados, aquele ao qual ninguém consegue segurar a peteca e ficar indiferente.
Os casais exibem sua felicidade por aí achando que quem não curte a data é recalcado (ou encalhado). Os solteiros acham que é tudo uma invenção boba capitalista e caem na balada pra pra não passarem a data sozinhos. Alguns se deprimem e se afogam no chocolate. Tem sempre aqueles que lançam a pérola do “se eu não passo o dia do índio com um índio, por que passar o dia dos namorados com um namorado?”. Tem os que esquecem do presente do(a) namorado(a) e acabam é ficando solteiros em pleno dia 12. Tem os que celebram a solteirice depois de finalmente conseguirem se livrar de um encosto relacionamento falido. Cada um é cada um e, amem ou odeiem, o Brasilzão só vai falar disso nas próximas 24 horas.Quem tá certo? Todo mundo! Existem mil e uma formas de amar e 365 dias (às vezes 366) pra celebrar o amor.
O peso da data acaba caindo mais sobre os ombros das meninas. Sabe-se lá por que menina solteira sempre toma uma olhada de rabo de olho daquela tia fofoqueira, especialmente no 12 de junho. A causa do mau humor, das espinhas, das notas baixas na escola é sempre a falta de um namorado. Que horror! Como se não existissem outras coisas bacanas pra fazer as moças felizes, como por exemplo... livros! Uma opção unissex pra quem tá acompanhado ou solteirão. E já que o clima é de romance (e romance sempre é bom), fica a nossa listinha Escritafinanense pra sobrevivermos todos felizes e contentes ao temido 12 de junho!




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