sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Por um Natal mais literário

Foto de Leonardo Augusto Matsuda


A gente aqui na Escrita tem uma qualidade que, às vezes, nos entristece muito. Nós sempre tentamos olhar as coisas pelo ponto de vista que a maioria não tá muito a fim de encarar. Com o Natal a gente não faria diferente.
Nós bem sabemos que o Papai Noel não existe pra todo mundo. Tem muita criança por aí que nunca teve sua cartinha respondida. E quando o tal do bom velhinho aparece, dificilmente vem com uma sacola cheia de livros. Por algum motivo que a gente jura que não entende, enfiaram na cabeça das crianças que livro não é divertido. Ora, vejam se tem cabimento uma coisa dessas?! Quanta coisa a gente não vive e conhece e se emociona e aprende e chora e ri e... ufa! Enfim, quanta coisa não cabe dentro de um livro? E se um livro desses, cheio de gostosuras, cair na mão de uma criança que não tem quase nada? Olha quanta coisa ela vai ganhar de uma tacada só! Uma imaginação inteirinha de brinde :-)
Ficamos aqui matutando essas duas infelizes constatações e chegamos a conclusão de que EEEEEEEPA! tá na hora de reverter essa parada.
1 - Toda criança tem que ter direito a um Papai Noel.
2 - Toda criança merece um livro que desperte sua paixão pela leitura.
Eis o nosso plano. Quer dizer, o plano é dos Correios, mas a gente resolveu dar uma incrementada ;-)
Todo ano um montão de crianças mandam cartas pra um Papai Noel que dificilmente responde. Mas a o pessoal dos Correios teve uma ideia brilhante pra resolver essa falha de comunicação com o Pólo Norte e há 23 anos anda recolhendo essas cartas pra que qualquer um de nós possa ser o Papai Noel de alguém. Olha que bacana! É só entrar no site, pegar um cartinha e  fazer o Natal de um pequenino lá loooonge mais feliz. E aí, que tal, se junto com o pedido dele, a gente mandar um livro? Mara, né?
Bora entrar nessa onda com a gente? Temos dois livros natalinos lindíssimos pra dar o pontapé inicial de sugestões: Histórias de Natal e A lenda do Alecrim.
A hora é essa, minha gente! Espalhar a magia do Natal por aí é ainda mais legal que ganhar presente. Podem acreditar!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Como é grande o meu amor por você!





Não, meus senhores, a gente ainda não tem cacife financeiro pra bancar o Rei Robertão nesta humilde casa literária. Mas não é por isso que a homenagem é menos bonita ou com menos potencial pra verter uma cachoeira de lágrimas nos olhos da galera.
É quase uma vingança, na verdade. Agora é a nossa vez, dos alunos e pais, de fazermos as professoras perderem a compostura. Que criança dos anos 80/90 nunca matou a mãe/pai de soluçar cantando Como é grande o meu amor por você na festinha de fim de ano do colégio? Pois é! Anos de fotos de maquiagem borrada, olho inchado, com a cara toda amarrotada de emoção naquela época que nem photoshop existia pra dar uma amenizada, serão vingadíssimos por Daílza Ribeiro e Aline Haluch!
Vocês acahavam que existia limites pra fofura? Pois não existe! E a gente prova nossa teoria com Pra minha professora, com gratidão... que foi lançado na semana passada na Argumento da Barra. Queremos ver um exército de alunos desidratando suas queridas mestras com esse presente. Como já dizia o poeta: "a vingança nunca é plena. Mara a alma e envenena". 

Sim, somos muito malvados! ;-p